Quem já participou de discussões sobre educação com especialistas sabe que elas começam com um cipoal de perguntas e terminam com mais um cipoal de perguntas. Fica parecendo que não sabemos nada , nem o que propor. Mas acredito ter encontrado uma coisinha pertinente. É possível que, no afã de estimular o protagonismo do estudante, tenhamos destruído o espaço necessário para a expressão complexa do professor. Enfim, desvalorizamos muito o momento expositivo do professor, o que causou um aumento da confusão e da superficialização na sala de aula. Mas a participação do aluno é bem-vinda, na produção de conhecimento e no apredizado da aplicação do conhecimento. Porém, há detalhamentos minuciosos que precisam da exposição mais contínua do professor. Querem uma quase prova? Por que é tão comum jovens afirmarem que só aprenderam mesmo no cursinho? Sem desconsiderar a motivação alta dos alunos e o inegável talento dos professores para manter o gosto pelas aulas, se filmarmos um dia inteiro de aulas de cursinho, constataremos que há longos períodos de silêncio profundo em que o professor explica detalhadamente a matéria ou o exercício. Talvez então seja o caso de resgatar esses períodos na escola normal, talvez definindo aulas mais curtas que seriam caracterizadas pela exposição do professor. O que vocês acham disso?
quinta-feira, 19 de março de 2026
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
Todos os povos são lindos, governos nem sempre
Eu digo, os povos são lindos; os governos nem sempre. Por isso, é preciso um movimento mundial para marcar essa diferença, por exemplo, com feiras de cultura de vários países, cujos governos estão em guerra ou se consideram inimigos. Será muito legal ver uma banca de norte-americanos na mesma exposição de bancas de palestinos, russos, israelenses, brasileiros, venezuelanos, argentinos, turcos, mexicanos, árabes. E tudo em paz, sem cair nas armadilhas de governos sádicos.
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