Eu digo, os povos são lindos; os governos nem sempre. Por isso, é preciso um movimento mundial para marcar essa diferença, por exemplo, com feiras de cultura de vários países, cujos governos estão em guerra ou se consideram inimigos. Será muito legal ver uma banca de norte-americanos na mesma exposição de bancas de palestinos, russos, israelenses, brasileiros, venezuelanos, argentinos, turcos, mexicanos, árabes. E tudo em paz, sem cair nas armadilhas de governos sádicos.
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